
Quando o vi, o primeiro impacto foi o encantamento.
Ele era de um azul radiante, tinha um brilho intenso e uma faceirice alegrável.
Todos que passavam sorriam mediante sua beleza. E ele parecia sorrir também, ia de um lado para o outro como se desfilasse graciosamente.
Foi quando tentei me aproximar e não consegui. Algo impedia! Sim, um grosso e transparente vidro de aquário. Senti um leve desespero.
Como pode tanta beleza viver cercada dessa forma, não ser livre...?
A resposta veio imediata. As cores radiantes enfeitavam a solidão do triste peixinho. Mas ninguém se importava com sua infelicidade. Todos passavam e admiravam de longe, outros, por CURIOSIDADE, paravam e ficavam de frente com o PEQUENO ANIMAL, mas não o suficiente para perceber o DESESPERO do pobre bichinho, que queria era sair daquele lugar, queria encontrar seu mundo, mas nem ele mesmo sabia onde era. Não sabia encontrar sozinho, mas ninguém podia (queria/sabia) lhe ajudar.
Tudo que ele tinha era a solidão, mas nem isso ele podia de fato sentir com toda sua intensidade, pois volta e meia vinha alguém, com olhares alegres, atrapalhar. Por isso, o desespero e o grito entalado na garganta, e a vontade de quebrar aqueles vidros e buscar outro caminho.
Nesse momento olhei mais fixamente o vidro e me vi refletida nele. Vi o peixe e vi meu rosto, assim pude notar a cruel semelhança. Malditas lágrimas escorreram na vermelhidão do meu rosto. Imediatamente, corri e me escondi até refazer o meu imprescindível sorriso ornamental.
Ele era de um azul radiante, tinha um brilho intenso e uma faceirice alegrável.
Todos que passavam sorriam mediante sua beleza. E ele parecia sorrir também, ia de um lado para o outro como se desfilasse graciosamente.
Foi quando tentei me aproximar e não consegui. Algo impedia! Sim, um grosso e transparente vidro de aquário. Senti um leve desespero.
Como pode tanta beleza viver cercada dessa forma, não ser livre...?
A resposta veio imediata. As cores radiantes enfeitavam a solidão do triste peixinho. Mas ninguém se importava com sua infelicidade. Todos passavam e admiravam de longe, outros, por CURIOSIDADE, paravam e ficavam de frente com o PEQUENO ANIMAL, mas não o suficiente para perceber o DESESPERO do pobre bichinho, que queria era sair daquele lugar, queria encontrar seu mundo, mas nem ele mesmo sabia onde era. Não sabia encontrar sozinho, mas ninguém podia (queria/sabia) lhe ajudar.
Tudo que ele tinha era a solidão, mas nem isso ele podia de fato sentir com toda sua intensidade, pois volta e meia vinha alguém, com olhares alegres, atrapalhar. Por isso, o desespero e o grito entalado na garganta, e a vontade de quebrar aqueles vidros e buscar outro caminho.
Nesse momento olhei mais fixamente o vidro e me vi refletida nele. Vi o peixe e vi meu rosto, assim pude notar a cruel semelhança. Malditas lágrimas escorreram na vermelhidão do meu rosto. Imediatamente, corri e me escondi até refazer o meu imprescindível sorriso ornamental.
Solidão não é o mesmo que estar desacompanhado, porque você tem a mim.
ResponderExcluirAmor meu!
;*
"Imediatamente, corri e me escondi até refazer o meu imprescindível sorriso ornamental."
ResponderExcluirGente, que lindo...