quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Domingo, 16 de Agosto de 2009

Dessa vez foi real, abri os olhos e vi que foi real.
Senti teu cheiro e não senti a culpa por um dia ter desejado isso.
Ironia! o tempo voa...
A noite passa... E tudo esta fora do lugar!
Uma erupção de desejos acompanha a ventura desse encontro.
A volúpia chega a jorrar por meus poros
À medida que, culposamente, cola tua testa na minha.
Nossas línguas entrelaçadas, e o doce sabor do esperado momento.
Maravilhosamente, permanecemos em uma mesma freqüência
Mas, o tempo corre velozmente, e o “não posso” foi o desfecho da poesia.
Quando amanhece é hora dos encantos se acabarem.
Mas logo o sol há de se pôr novamente.
Enquanto isso, o cansaço tenta me tomar,
Mas incrivelmente, vi sucumbir diante do prazer da lembrança.
Cinzas de cigarro, e vidros pelo chão,
Mas mesmo assim a leve sensação de uma noite de outono.

Um comentário:

  1. Vivo dias do "não posso" e me é tão 'desaboroso', fica aquela sensação de: incerteza certa - daquilo que é pra acontecer e só falta o "quê" ...

    bjuxx no coração/ e, a.d.o.r.o. flores!

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Frida Kahlo

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O Abraço Amoroso entre o Universo, a Terra (México), Eu, o Diego e o Señor Xólotl

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Cidade da Luz, Ceara, Brazil
Pela brecha, eu vejo as cores vivas que circulam em linha reta pelo mundo a fora. Sinto que não sou de lá. Mas, mesmo assim, eu me comprimo e saio. Vou através da brecha, me ornamentando de cores e brilhos para não ser vista. Não quero ser vista! Mas, mesmo assim, simulo, me dilato e vou até lá.