A mamãe te amo muito, sempre vai te amar e nunca vai te esquecer.
sexta-feira, 10 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Um som qualquer, em uma noite sem razão
O balanço dos corpos
A bebida nos copos
A solidão na multidão
E tudo que era nada
Em tudo se transformou
Como em dia, se transforma a madrugada
Como um botão se transforma em flor
Como uma flor vira paisagem
A semente cresce árvore
E o tempo vira amor
Em sua companhia
Os sorrisos aliviam
O que antes era dor
sábado, 19 de junho de 2010
quarta-feira, 9 de junho de 2010
quarta-feira, 5 de maio de 2010
terça-feira, 4 de maio de 2010

Sentir a vida escorrendo por meu corpo
E o líquido que se faz minar
Com força, com ternura, movimentos loucos
E o mundo não pode saber nos encontrar
Se encontrassem, hipocritamente, condenariam
Diriam: pecadores e imorais
Nos fariam pagar pelo mal que eles cometiam
Pois se esquecem que a vida é tão fugaz
Sentindo, sublimes, molhados de suor
Expressões fortes, ausentes do pensar
Sem se importar com nada que esteja ao redor
Um fogo puro faz a pele queimar
A liberdade que tantos procuram
Em um único segundo podemos encontrar
Em meio a pernas, seio, e mãos que seguram
Em um simples líquido a jorrar.
E o líquido que se faz minar
Com força, com ternura, movimentos loucos
E o mundo não pode saber nos encontrar
Se encontrassem, hipocritamente, condenariam
Diriam: pecadores e imorais
Nos fariam pagar pelo mal que eles cometiam
Pois se esquecem que a vida é tão fugaz
Sentindo, sublimes, molhados de suor
Expressões fortes, ausentes do pensar
Sem se importar com nada que esteja ao redor
Um fogo puro faz a pele queimar
A liberdade que tantos procuram
Em um único segundo podemos encontrar
Em meio a pernas, seio, e mãos que seguram
Em um simples líquido a jorrar.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Quanto vazio cabe em teu olhar
Quanta ausência cabe nesse teu modo de querer
Quanta indiferença, quantas lagrimas pra chorar
Quanto se quis e não se pôde ter.
Queria poder não querer nada de ti
Mas eu quero
Queria, então, poder exigir
Mas como não posso. Espero.
Espero a escutar meu medo.
Que grita aos meus ouvidos palavras mórbidas
Que traz à tona as desilusões do passado.
Que me deixa girando em um vácuo, sem orbita.
Hoje, vou ficar somente aqui
Com minha solidão
Esperando, inutilmente, o seu Sim
E morrendo por pensar em Não
Quanta ausência cabe nesse teu modo de querer
Quanta indiferença, quantas lagrimas pra chorar
Quanto se quis e não se pôde ter.
Queria poder não querer nada de ti
Mas eu quero
Queria, então, poder exigir
Mas como não posso. Espero.
Espero a escutar meu medo.
Que grita aos meus ouvidos palavras mórbidas
Que traz à tona as desilusões do passado.
Que me deixa girando em um vácuo, sem orbita.
Hoje, vou ficar somente aqui
Com minha solidão
Esperando, inutilmente, o seu Sim
E morrendo por pensar em Não
Assinar:
Postagens (Atom)
Frida Kahlo
O Abraço Amoroso entre o Universo, a Terra (México), Eu, o Diego e o Señor Xólotl
LagartasBorboletas
subsolo
metamorfose
- Lana
- Cidade da Luz, Ceara, Brazil
- Pela brecha, eu vejo as cores vivas que circulam em linha reta pelo mundo a fora. Sinto que não sou de lá. Mas, mesmo assim, eu me comprimo e saio. Vou através da brecha, me ornamentando de cores e brilhos para não ser vista. Não quero ser vista! Mas, mesmo assim, simulo, me dilato e vou até lá.


