sexta-feira, 10 de setembro de 2010


Um som qualquer, em uma noite sem razão

O balanço dos corpos

A bebida nos copos

A solidão na multidão

E tudo que era nada

Em tudo se transformou

Como em dia, se transforma a madrugada

Como um botão se transforma em flor

Como uma flor vira paisagem

A semente cresce árvore

E o tempo vira amor

Em sua companhia

Os sorrisos aliviam

O que antes era dor

2 comentários:

Frida Kahlo

Frida Kahlo
O Abraço Amoroso entre o Universo, a Terra (México), Eu, o Diego e o Señor Xólotl

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subsolo

metamorfose

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Cidade da Luz, Ceara, Brazil
Pela brecha, eu vejo as cores vivas que circulam em linha reta pelo mundo a fora. Sinto que não sou de lá. Mas, mesmo assim, eu me comprimo e saio. Vou através da brecha, me ornamentando de cores e brilhos para não ser vista. Não quero ser vista! Mas, mesmo assim, simulo, me dilato e vou até lá.